A VIAGEM
Visite a última ponte pênsil inca, Q'eswachaka, Património da UNESCO tecido à mão com a técnica Q'eswa. Uma caminhada entre montanhas e rios rumo a uma proeza viva de engenharia ancestral.
só para você
A ROTA
04:30 – 05:00 | Traslado do seu hotel em Cusco
Sua jornada com a Machupicchu Glory começa antes do amanhecer. Buscamos você no seu hotel no centro histórico e seguimos para o sul pelo Vale Sul, rumo à província de Canas. Enquanto o céu clareia, atravessamos os povoados de Cusipata, Combapata e Yanaoca, e a paisagem andina desperta aos poucos ao seu redor.
07:00 | Café da manhã em Cusipata
Após as primeiras horas de viagem, fazemos uma parada em Cusipata (~3.310 m) para um café da manhã semibuffet que dá energia para o dia. É um momento tranquilo para recuperar as forças antes de seguir para as terras altas.
08:30 | Mirante de Combapata e as Quatro Lagoas
Continuamos até o mirante de Combapata e o circuito das Quatro Lagoas: Pomacanchi, a mais extensa, além de Acopía, Asnaqocha e Pampamarca ou Tungasuca. Águas calmas, totorais, aves andinas e alpacas compõem um cenário sereno. Tungasuca é a terra de Túpac Amaru II, líder da grande rebelião indígena contra o domínio colonial: um pano de fundo histórico que aprofunda o passeio. Conforme a temporada, é possível uma parada opcional no templo de Wiracocha, em Raqchi, notável construção inca de pedra lavrada e adobe dedicada ao deus criador da cosmovisão andina.
12:00 | Ponte Q'eswachaka sobre o rio Apurímac
Ao meio-dia chegamos à ponte Q'eswachaka, suspensa sobre o cânion do rio Apurímac (~3.700 m). Com cerca de 28 a 30 metros de comprimento e pouco mais de um metro de largura, é a última ponte suspensa inca de corda ainda em uso, com mais de 600 anos de história. Seu nome quíchua une "q'eswa" (corda trançada) e "chaka" (ponte). É tecida à mão com ichu, o capim bravo andino, torcido em cordões cada vez mais grossos: pura engenharia inca viva.
12:45 | Travessia da ponte e mirante
Você terá tempo para atravessá-la a pé, suspenso sobre o Apurímac, e admirá-la do mirante. Toda segunda semana de junho, entre 700 e 1.000 homens e mulheres das comunidades de Huinchiri, Chaupibanda, Choccayhua e Ccollana Quehue a renovam por completo durante quatro dias. O trabalho começa com o pagamento à Pachamama e as oferendas ancestrais; os homens tecem os cabos grossos e as mulheres as cordas finas, e no quarto dia chegam as danças e a festa comunitária. Por essa tradição viva, a UNESCO a declarou Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
14:00 | Almoço no retorno
Retornamos a Cusipata ou Combapata para um almoço semibuffet reparador.
17:00 – 17:30 | Chegada a Cusco
À tarde iniciamos o retorno, com chegada a Cusco entre 17h00 e 17h30, levando consigo a memória de uma obra ancestral tecida pela comunidade.
OS DETALHES
Antes de Viajar
MOMENTOS
DEPOIMENTOS
“Every detail felt considered before we even asked — the private train car, the guide who knew we loved photography and timed our arrival for the light. This is how Machu Picchu should be seen.”
“No crowds, no rush — just the two of us and nine hundred years of stone in the morning mist. Worth every mile.”