A VIAGEM
Percorra em meio dia o coração da antiga capital inca: o Coricancha, a catedral e as fortalezas que coroam a cidade. História, arquitetura colonial e ruas de pedra numa tarde inesquecível.
só para você
A ROTA
Uma vez que os pegamos no hotel, visitaremos:
KORICANCHA – Foi o templo principal e central de todo o império Inca, dedicado ao Deus Sol. Destaca-se pela engenharia utilizada em sua construção; suas paredes eram cobertas com placas de ouro e continham animais feitos de metal precioso em tamanho natural. Aqui também eram preservados os restos dos Incas e suas esposas, que governaram estas terras, embalsamados de tal maneira que, segundo as crônicas, pareciam estar vivos.
SACSAYHUAMAN – Conhecida como "A Cabeça do Grande Puma", Cusco tinha a forma de um puma, e Sacsayhuaman representava sua cabeça. Localizada a 3 km da cidade, esta imponente fortaleza de pedras monumentais é um exemplo de excelente arquitetura. Também é conhecida como "A Casa do Sol", e a cada 24 de junho aqui se celebra o ancestral ritual do Inti Raymi. Este sítio também preserva lembranças da última batalha entre os invasores e os incas.
QUENQO – Templo da Pachamama ou Mãe Terra, foi um centro cerimonial e ritual. Em seu anfiteatro realizavam-se sacrifícios de lhamas negras a cada solstício de inverno (21 de junho). Neste dia, as sombras projetadas pelas pedras talhadas formavam um fenômeno conhecido como "O Despertar do Puma", que marcava o início da grande festa do Inti Raymi.
PUCAPUCARA – Fortaleza Inca que funcionava como posto de vigilância. Este tambo controlava a entrada e saída de quem viajava de ou para a cidade sagrada.
TAMBOMACHAY – Conhecido como os "Banhos Reais do Inca e da Ñusta", localizado a 7 km da cidade de Cusco, foi um centro cerimonial de culto à água, com fontes que ainda jorram. Acredita-se que foi um lugar de descanso para o Inca.
18:30: Retorno à cidade de Cusco, deixando-os em seu hotel ou, se preferirem, na bela Praça de Armas de Cusco.
OS DETALHES
Antes de Viajar
MOMENTOS
DEPOIMENTOS
“Every detail felt considered before we even asked — the private train car, the guide who knew we loved photography and timed our arrival for the light. This is how Machu Picchu should be seen.”
“No crowds, no rush — just the two of us and nine hundred years of stone in the morning mist. Worth every mile.”